quinta-feira, 25 de junho de 2015


O Castelinho de Areia

            Era uma vez um menino que toda vez que ia visitar o mar, sempre construía na praia um castelinho de areia, passava horas arquitetando como fazê-lo melhor para quando as primeiras ondas batessem, a sua arte não acabaria logo e assim foi acreditando que ia dar certo a cada tentativa: uma vez foi uma grande e inesperada onda, uma bola de futebol, um homem desatento passou por cima e assim a cada momento, houve esse revés e seu castelo era destruido. Todos criticavam que toda vez que ia ao mar fazia outro castelo acreditando que aquele daria certo e sem sucesso.
            A vida é assim, a felicidade e alguns objetivos que temos, há de persistir que um dia consegue, mas se não acontecer, pelo menos a alegria de acreditar em algo e ter esperança poderá valer a pena.
            O menino pensou que ele não nasceu para fazer castelos e desistiu da ideia de ter um realmente em sua vida.

Pra rua me levar(Ana Carolina)

Não vou viver, como alguém que só espera um novo amor
Há outras coisas no caminho onde eu vou
As vezes ando só, trocando passos com a solidão
Momentos que são meus, e que não abro mão

Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

Vou deixar a rua me levar
Ver a cidade se acender
A lua vai banhar esse lugar
Eu vou lembrar você

É, mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir


Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora

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